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Técnica tem sido cada vez mais utilizada por artistas brasileiros.

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Desconhecido por muitos, o setor de perucaria mostra-se um componente fundamental às produções teatrais, principalmente às líricas

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O Teatro do Ator, em São Paulo, teve sua lotação esgotada na noite de segunda-feira, 6 de abril. A produção do evento utilizou–se do teatro Studio 184, ao lado, e com transmissão simultânea, acomodou o público extra. Com duas casas cheias na noite, foi criado o IBTT (Instituto Brasileiro de Tecnologia Teatral). A mesa de cerimônia foi assistida por 246 pessoas e dirigida pelo diretor teatral paulista Jamil Dias. Através de leitura de carta de intenções, ele relatou um pouco da história do IBTT, que teve início “na feira ExpoMusic de 2004, na cidade de São Paulo, com uma mesa redonda organizada por um grupo de iluminadores”. O grupo cresceu rapidamente e gerou um grupo para estudo, pesquisa e história da iluminação cênica. Inevitável que “entre suas conquistas e realizações estivesse o I Congresso Brasileiro de Iluminação Cênica em setembro de 2005, na Fascs, em São Caetano do Sul.” Dias lembrou também que além de cursos, palestras, publicações e encontros públicos este grupo de pessoas chegou “à mesma feira ExpoMusic, mas agora já estávamos em setembro de 2008 e as mesas redondas trouxeram profissionais de todo o Brasil. Ali, foram lançadas as bases de um trabalho conjunto sobre tecnologia teatral”. Com a ampliação da área de interesse e atuação do grupo e “em dezembro de 2008 foi criado o fórum de discussão do IBTT, na internet”. Além do fórum de discussão, nesses quatro meses, o grupo recolheu acervo de revistas, livros, teses acadêmicas, manuais, programas de teatro, apostilas e um respeitável banco de imagens, tornando-se uma das maiores bibliotecas brasileiras sobre o assunto. O IBTT também pretende atuar na área de formação profissional, “pois conta em seus quadros com inúmeros docentes de várias universidades brasileiras e estes discutem, hoje, a implementação de um curso de ensino à distância para tecnologia teatral”. Depois de um intervalo, teve início o seminário sobre “Iluminação e Trilha Sonora  para Espetáculos”. Sob a mediação  do iluminador paulista Milton Bonfante, os artistas paranaenses Beto Bruel e Guto Gevaerd descreveram seus métodos de trabalho, dificuldades e soluções técnicas para a criação respectivamente da iluminação e trilha sonora dos espetáculos “Não Sobre o Amor” e “Avenida Dropsie”, ambos da Sutil Companhia de Teatro, dirigida por Felipe Hirsch.

 

 

Sergio Pinto (Sesc SP) , Renato Mussa (Prefeitura da Cidade de São Paulo / Secretaria Municipal de  Cultura), Mariza Porto (Senac SP), Jamil Dias, Sergio de Azevedo (Fundação das Artes de São Caetano do Sul), Ligia de Paula (Sated SP) e Mauro Martorelli (Funarte SP)

 

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Criado no final de 2008, o Instituto Brasileiro de Tecnologia Teatral propõe o debate, a pesquisa e a formação em detalhes técnicos.

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