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Os bailarinos da Criart Cia de Dança, de Recife, celebraram, no dia 8 de setembro, no Teatro Barreto Júnior, seus dez anos de atuação na cena teatral. A comemoração foi marcada por dois espetáculos: “Orum Aiê”, que estabelece relação entre os dois planos da existência (Orum, mundo mítico dos antepassados, morada dos deuses, e Aiê, o mundo dos homens, do tempo presente); e “Marim Brincante”. No palco, também esteve em cena o grupo convidado Faces Ocultas Companhia de Dança. Fundada pela bailarina e coreógrafa Paula Azevedo, a Criart tem como objetivo a difusão da cultura popular regional a partir das mais diversas manifestações culturais utilizando uma linguagem moderna.

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Estressada por conta de uma crise afetiva, a publicitária Júlia, produtora de comerciais, resolve gravar um DVD para deixar ao marido, antes de se matar. Empenhada nessa tarefa, vive aventuras hilariantes enquanto é interrompida por divertidas situações corriqueiras na sala de sua casa.
Este é o mote da comédia “Um Dia (Quase) Igual aos Outros”, do italiano Dario Fo (Prêmio Nobel) e Franca Rame, que volta ao cartaz agora no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo. O espetáculo segue em cartaz até o dia 4 de outubro.

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Visando atrair novos talentos aos palcos gaúchos, o Teatro de Arena, em Porto Alegre, realizará o evento A Vida é feita de Atos, no dia 1º de outubro. O objetivo da festa é comemorar os 42 anos da casa em grande estilo. E para isso não faltarão incentivos. Principalmente para os grupos teatrais. Não fugindo a regra dos últimos anos, o Teatro promoverá novamente o Prêmio de Incentivo à Pesquisa Teatral, que premiará duas companhias para a ocupação do Teatro de Arena, em 2010.
Os grupos vencedores receberão um auxílio financeiro de R$22 mil da Secretaria de Estado da Cultura para desenvolver suas atividades. Além disso, eles poderão utilizar as instalações da casa de espetáculos por seis meses (cada uma em um semestre) para estudo e experimentação.
Para a diretora do Teatro de Arena, Viviane Juguero, essa é uma chance única para as companhias mostrarem seus trabalhos e, é claro, de poder disseminar a arte do Estado por todo o País. “Todos os grupos que conquistaram esse prêmio são artistas de talento, que se dedicaram ao máximo. Talvez sem essa ajuda, nem todos poderiam alçar voos altos na carreira, como aconteceu com o Caixa de Elefante, ganhador em 2006”, diz.

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Em entrevista ao portal de notícias Angop, o representante da Companhia de Teatro Dadaísmo, Aurio Quicumba, defendeu a necessidade de intercâmbio entre profissionais das artes cênicas como forma de adaptação à contemporaneidade mundial. Para ele, artistas de países como Moçambique, Cabo-Verde, Portugal e Brasil trabalham de forma diferente, com particularidades que os angolanos ainda não têm.
“ (…) Encenadores, dramaturgos, autores, atores e todos os outros integrantes dos grupos devem se preocupar em investigar, para trabalharmos o teatro de uma forma mais profissional, não como tem sido até agora onde todos pensam que são profissionais e, sem bases, partem agora para o cinema”, disse ao portal.

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