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Foi lançado pela editora Perspectiva o livro “Maria Della Costa: uma empresa e seus segredos”, da historiadora Tânia Brandão. O texto eleva a atriz ao posto de principal influência na criação do teatro moderno brasileiro e pode ser adquirido nas principais livrarias do país.

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Com uma programação variada, o 17º Festival Mato-grossense de Teatro chega à cidade de Rondonópolis com apresentações de grupos de todo Estado.  O palco da Escola Estadual Daniel Martins de Moura recebe 13 companhias diferentes que se revezam entre encenações infantis e adultas. Entre as apresentações destinadas às crianças, esta edição do evento conta com a encenação de clássicos como “Os Saltimbancos”, do Grupo Revelação; e “O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá”, do Grupo Raio de Luz. Para o público adulto, a programação fica por conta de companhias como o Grupo Téspis, com a peça “Tudo Parece um Sonho”. Além das peças que serão apresentadas entre 18 e 21 de novembro, a cidade irá sediar, no último dia do festival, as eleições para a nova diretoria da Federação Mato-grossense de Teatro e a premiação das peças vencedoras.

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Foi da dissecação à reconstrução do corpo feminino que os dramaturgos Adriana Azenha e Gerson Steves — também diretor do espetáculo — criaram o texto de “A Bomba Anatômica”.
Dividido em partes (como se divide o corpo humano: cabeça, tronco e membros), a peça apropria-se dos vários significados que o corpo e suas partes podem ter para reconstruir novas ideias e pensamentos e, com isso, falar para além do corpo da mulher, tocar o pensamento e até mesmo a alma.
Trata-se de um exercício de atrizes (Tatiana Alves e Valéria Espinhara) que dividem a cena o tempo todo, brincando entre si e com o público. Por meio de um jogo permanente, desfilam uma enorme variedade de pequenos personagens que podem durar o tempo de uma fala, uma palavra ou uma imagem.
Ou mais: como é o caso das três histórias centrais da peça. Em “Cabeçuda, Fazedora e Uma Mulher de Peito”, o público se depara com mulheres vividas ciclotimicamente pelas atrizes que, ao narrarem suas trajetórias, percalços e pequenos dramas, arrancam da platéia pequenos sorrisos e lágrimas.
O espetáculo fica em cartaz no Teatro do Ator (Praça Roosevelt, 172 – SP) até 11 de dezembro.

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O evento preferido da classe artística paulistana já conquistou toda a cidade e chegou arrasando nas edições especiais que aconteceram no Rio de Janeiro. A organização ainda não divulgou o que está programando para as festas de fim de ano, mas promete que as festas vão “lavar o que tem que limpar”, como diz o hino oficial da festa. Enquanto isso, confira uns cliques da noite.

 

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